Na sexta-feira tivemos a continuação da encenação da via sacra nas ruas. Tivemos aproximadamente duas mil pessoas caminhando e rezando pelas ruas das quadras 3 e 4 da vila buritis. Da 10ª à 15ª estação as encenações ocorreram na área onde será construida nossa nova Igreja. Posteriormente colocaremos no album do blog mais fotos
!
terça-feira, 26 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Via Sacra
Ontem teve inicio a encenação da via sacra nas ruas, da paróquia Santa Rita de Planaltina-DF. Iniciamos com a missa do lava-pés e daremos continuidade hoje as 19hs, com as 15 estações nas quadras 3 e 4 da vila buritis.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Artigo enviado pelo Pe. Valmir
A última ceia: o amor é uma força criadora
O texto abaixo é extraído do livro Travessia: quero misericórdia e não sacrifício, de Carlos Mesters, Mercedes Lopes e Francisco Orofino.
1. Situando o texto
a) Os capítulos 24 e 25 do Evangelho de Mateus apresentaram o quinto e último Sermão da Nova Lei de Deus. Os capítulos 26 a 28 descrevem a sua promulgação. De fato, desde o Sermão da Montanha, inúmeras vezes, Mateus já vinha afirmando que o objetivo da Nova Lei é o amor e a misericórdia (Mt 5,43-48; 7,12; 9,13; 12,7; 22,34-40). Agora, nesta parte final dos capítulos 26 a 28 que narram a paixão, morte e ressurreição, ele descreve como Jesus praticou o amor, levando a Lei ao seu pleno cumprimento (Mt 5,17).
b) A descrição da paixão de Jesus acentua o fracasso dos discípulos. Apesar da convivência de três anos, nenhum deles ficou para tomar a defesa de Jesus. Judas traiu, Pedro negou, todos fugiram. Mateus conta isto, não para criticar ou condenar, nem para provocar desânimo nos leitores, mas para ressaltar que o acolhimento e o amor de Jesus superam a derrota e o fracasso dos discípulos! Esta maneira de descrever a atitude de Jesus era uma ajuda para as Comunidades. Por causa das frequentes perseguições, muitos tinham desanimado e abandonado a comunidade e se perguntavam: “Será que é possível voltar? Será que Deus nos acolhe e perdoa?” Mateus responde sugerindo que nós podemos romper com Jesus, mas Jesus nunca rompe conosco. O seu amor é maior que a nossa infidelidade.
2. Comentando o texto
a) Mateus 26,20-25: Anúncio da traição de Judas
Jesus sabe que vai ser traído. Mesmo assim, faz questão de se confraternizar com os amigos e as amigas. Estando reunido com eles pela última vez, anuncia quem é o traidor. E “aquele que põe a mão no prato comigo”. Este jeito de contar as coisas acentua o contraste, pois para os judeus a comunhão de mesa, comer juntos do mesmo prato, era a expressão máxima da amizade, da intimidade e da confiança. Mateus sugere assim que, apesar de a traição ser feita por alguém muito amigo, o amor de Jesus é maior que a traição!
b) Mateus 26,26-29: A instituição da Eucaristia
O encontro de Jesus com os discípulos realiza-se no ambiente solene da celebração da Páscoa. Eles estão reunidos para comer o cordeiro pascal e, assim, lembrar a libertação do Egito. O contraste é grande. De um lado, os discípulos: eles estão inseguros, sem entender nada. De outro lado, Jesus que faz um gesto de partilha, convidando os amigos a tomar o seu corpo e o seu sangue. Ele distribui o pão e o vinho como expressão do que ele mesmo está vivendo naquele momento: doar sua vida pelos outros, para que possam viver. Este é o sentido da Eucaristia: aprender de Jesus a se doar e a se entregar, sem medo dos poderes que ameaçam a vida. Mateus acentua ainda mais o contraste entre Jesus e a atitude dos discípulos. Antes do gesto de Jesus, ele colocou a traição de Judas (Mt 25,20-25). Depois do gesto, a negação de Pedro e a fuga dos discípulos (Mt 25,30-35). Deste modo, destaca para todos nós a inacreditável gratuidade do amor de Jesus, que supera a traição, a negação e a fuga dos amigos. O seu amor não depende do que os outros fazem por ele.
c) Mateus 26,30-35: O anúncio da fuga de todos
Terminada a ceia, saindo com os amigos para o Horto, Jesus anuncia que todos vão abandoná-lo. Vão fugir e se dispersar! Mas desde já ele avisa: “Depois da ressurreição, vou na frente de vocês lá na Galiléia! “Simão, que tem o apelido de Cefas ou Pedro (pedra) e que já foi pedra de tropeço para Jesus (Mc 8,33), agora pretende ser ó discípulo mais fiel de todos. “Ainda que todos se escandalizem, eu não o farei!” Mas Jesus avisa: “Pedro, você será mais rápido na negação do que o galo no canto!” De fato, os discípulos vão romper com Jesus, mas Jesus não rompe com eles! Ele continua esperando por eles lá na Galiléia, isto é, no mesmo lugar onde, três anos antes, os tinha chamado pela primeira vez. A certeza da presença de Jesus na vida do discípulo e da discípula é mais forte do que o abandono e a fuga! O retorno é sempre possível. Jesus continua chamando. Chama sempre!
3. Alargando: O corpo e o sangue do meu Senhor são força viva de paz
Jesus toma o pão e diz: “Tomai e comei, isto é o meu corpo!” Toma o cálice bom vinho e diz: ‘ ‘Isto é o meu sangue, o sangue da Aliança, que é derramado por muitos para remissão dos pecados!” Pão! Corpo! Cálice! Sangue! Aliança! Remissão dos pecados! O pão é símbolo da Lei. Nós dizemos até hoje “o pão da palavra”. O corpo indica a própria pessoa de Jesus que se entrega. O cálice é símbolo do sofrimento da paixão (Mt 20,22). O sangue indica a pessoa de Jesus enquanto é entregue numa morte violenta. A aliança é o compromisso entre Deus e o povo, agora confirmado pelo sangue de Jesus. A remissão dos pecados é a entrega por amor que liberta as pessoas do pecado. Em resumo, Jesus é a Nova Lei. O seu amor, a sua doação e entrega revelam o objetivo da Lei de Deus. Comer o pão da Eucaristia significa assimilar em nós a mesma atitude de doação. E Jesus termina dizendo que não vai beber mais do fruto da videira até o dia em que beberá o vinho novo no Reino do Pai. O vinho novo é o amor que se bebe com os irmãos na vida das comunidades.
O texto abaixo é extraído do livro Travessia: quero misericórdia e não sacrifício, de Carlos Mesters, Mercedes Lopes e Francisco Orofino.
1. Situando o texto
a) Os capítulos 24 e 25 do Evangelho de Mateus apresentaram o quinto e último Sermão da Nova Lei de Deus. Os capítulos 26 a 28 descrevem a sua promulgação. De fato, desde o Sermão da Montanha, inúmeras vezes, Mateus já vinha afirmando que o objetivo da Nova Lei é o amor e a misericórdia (Mt 5,43-48; 7,12; 9,13; 12,7; 22,34-40). Agora, nesta parte final dos capítulos 26 a 28 que narram a paixão, morte e ressurreição, ele descreve como Jesus praticou o amor, levando a Lei ao seu pleno cumprimento (Mt 5,17).
b) A descrição da paixão de Jesus acentua o fracasso dos discípulos. Apesar da convivência de três anos, nenhum deles ficou para tomar a defesa de Jesus. Judas traiu, Pedro negou, todos fugiram. Mateus conta isto, não para criticar ou condenar, nem para provocar desânimo nos leitores, mas para ressaltar que o acolhimento e o amor de Jesus superam a derrota e o fracasso dos discípulos! Esta maneira de descrever a atitude de Jesus era uma ajuda para as Comunidades. Por causa das frequentes perseguições, muitos tinham desanimado e abandonado a comunidade e se perguntavam: “Será que é possível voltar? Será que Deus nos acolhe e perdoa?” Mateus responde sugerindo que nós podemos romper com Jesus, mas Jesus nunca rompe conosco. O seu amor é maior que a nossa infidelidade.
2. Comentando o texto
a) Mateus 26,20-25: Anúncio da traição de Judas
Jesus sabe que vai ser traído. Mesmo assim, faz questão de se confraternizar com os amigos e as amigas. Estando reunido com eles pela última vez, anuncia quem é o traidor. E “aquele que põe a mão no prato comigo”. Este jeito de contar as coisas acentua o contraste, pois para os judeus a comunhão de mesa, comer juntos do mesmo prato, era a expressão máxima da amizade, da intimidade e da confiança. Mateus sugere assim que, apesar de a traição ser feita por alguém muito amigo, o amor de Jesus é maior que a traição!
b) Mateus 26,26-29: A instituição da Eucaristia
O encontro de Jesus com os discípulos realiza-se no ambiente solene da celebração da Páscoa. Eles estão reunidos para comer o cordeiro pascal e, assim, lembrar a libertação do Egito. O contraste é grande. De um lado, os discípulos: eles estão inseguros, sem entender nada. De outro lado, Jesus que faz um gesto de partilha, convidando os amigos a tomar o seu corpo e o seu sangue. Ele distribui o pão e o vinho como expressão do que ele mesmo está vivendo naquele momento: doar sua vida pelos outros, para que possam viver. Este é o sentido da Eucaristia: aprender de Jesus a se doar e a se entregar, sem medo dos poderes que ameaçam a vida. Mateus acentua ainda mais o contraste entre Jesus e a atitude dos discípulos. Antes do gesto de Jesus, ele colocou a traição de Judas (Mt 25,20-25). Depois do gesto, a negação de Pedro e a fuga dos discípulos (Mt 25,30-35). Deste modo, destaca para todos nós a inacreditável gratuidade do amor de Jesus, que supera a traição, a negação e a fuga dos amigos. O seu amor não depende do que os outros fazem por ele.
c) Mateus 26,30-35: O anúncio da fuga de todos
Terminada a ceia, saindo com os amigos para o Horto, Jesus anuncia que todos vão abandoná-lo. Vão fugir e se dispersar! Mas desde já ele avisa: “Depois da ressurreição, vou na frente de vocês lá na Galiléia! “Simão, que tem o apelido de Cefas ou Pedro (pedra) e que já foi pedra de tropeço para Jesus (Mc 8,33), agora pretende ser ó discípulo mais fiel de todos. “Ainda que todos se escandalizem, eu não o farei!” Mas Jesus avisa: “Pedro, você será mais rápido na negação do que o galo no canto!” De fato, os discípulos vão romper com Jesus, mas Jesus não rompe com eles! Ele continua esperando por eles lá na Galiléia, isto é, no mesmo lugar onde, três anos antes, os tinha chamado pela primeira vez. A certeza da presença de Jesus na vida do discípulo e da discípula é mais forte do que o abandono e a fuga! O retorno é sempre possível. Jesus continua chamando. Chama sempre!
3. Alargando: O corpo e o sangue do meu Senhor são força viva de paz
Jesus toma o pão e diz: “Tomai e comei, isto é o meu corpo!” Toma o cálice bom vinho e diz: ‘ ‘Isto é o meu sangue, o sangue da Aliança, que é derramado por muitos para remissão dos pecados!” Pão! Corpo! Cálice! Sangue! Aliança! Remissão dos pecados! O pão é símbolo da Lei. Nós dizemos até hoje “o pão da palavra”. O corpo indica a própria pessoa de Jesus que se entrega. O cálice é símbolo do sofrimento da paixão (Mt 20,22). O sangue indica a pessoa de Jesus enquanto é entregue numa morte violenta. A aliança é o compromisso entre Deus e o povo, agora confirmado pelo sangue de Jesus. A remissão dos pecados é a entrega por amor que liberta as pessoas do pecado. Em resumo, Jesus é a Nova Lei. O seu amor, a sua doação e entrega revelam o objetivo da Lei de Deus. Comer o pão da Eucaristia significa assimilar em nós a mesma atitude de doação. E Jesus termina dizendo que não vai beber mais do fruto da videira até o dia em que beberá o vinho novo no Reino do Pai. O vinho novo é o amor que se bebe com os irmãos na vida das comunidades.
Ecologia/Ética e Moral
Card. Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo - SP
Sempre mais nos damos conta de quanto o nosso planeta é precioso e único no universo. Sem excluir que possa haver vida em algum outro lugar na imensidão do cosmo, o certo é que, com todo o seu potencial para esquadrinhar o espaço sideral, os estudiosos ainda não conseguiram detectar nada que se pareça com a vida no nosso Planeta Azul; nem mesmo com suas formas mais elementares.
A Terra é a casa da vida, o espaço privilegiado que abriga uma diversidade enorme de seres vivos. Ela é o condomínio da família humana, com suas raças, povos e culturas diferentes; lentamente, e com certa relutância, vamos aprendendo que ninguém é dono absoluto de pedaço algum desse globo e que todos fazem parte de uma imensa comunidade humana, que tem tanto em comum.
Todos são responsáveis por todos nesta comunidade e o bem de cada um só será completo, se também for o bem de todos os demais; da mesma forma, o mal de um, é o mal de todos. Comum deve ser também o zelo para que este condomínio não seja descuidado e tornado inabitável com o passar do tempo. Está em jogo o bem de todos.
Embora a questão ambiental entre, aos poucos, nas preocupações diárias, ainda estamos longe de ter alcançado uma consciência coletiva que seja capaz de frear os estragos causados pela intervenção humana na natureza; no âmbito dos comportamentos individuais, há muito que fazer para que o zelo pelo ambiente se torne habitual e cultural; no campo das decisões políticas, em todos os níveis, está difícil chegar a consensos que levem plenamente a sério a questão ambiental; de fato, procura-se salvar, geralmente, mais os interesses imediatos e particulares do que a sustentabilidade, a médio e longo prazo, desta casa comum que nos abriga.
A Igreja católica, no Brasil, através da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), já pela 3ª. vez, realiza a Campanha da Fraternidade sobre a ecologia. Neste ano, o assunto é abordado de maneira ampla, com o tema “fraternidade e vida no Planeta”. Chama-se a atenção para o fenômeno de aquecimento global, as causas que o provocam e as consequências que poderá trazer, ou já vai tendo; mostra-se, sobretudo, que o comprometimento das condições ambientais para o futuro da vida na Terra não tem, geralmente, sua causa em fenômenos espontâneos da dinâmica do universo, mas em ações do homem, que interferem no equilíbrio ecológico. Tais intervenções foram aceleradas, sobretudo, pelo sistema industrial e os modelos econômicos adotados a partir dos últimos 3 séculos. A comunidade humana está cuidando mal da natureza, dela exigindo mais que ela pode dar, destruindo a própria casa, pouco a pouco.
Vamos deixar correr, fazendo de conta que o problema não existe, ou que é só dos outros? Manter o mesmo ritmo de consumo e de interferência na natureza, sem nos importar com as consequências? Num condomínio, quando aparecem problemas e riscos, é normal que todos os condôminos se reúnam e decidam sobre o quê fazer, pois o bem de todos está relacionado intimamente com o bem do próprio condomínio. Não deveria ser diferente com nosso Planeta: descuidar da Terra faz mal a todos; cuidar bem da Terra é bom para todos.
O papa João Paulo II advertiu que a questão ecológica representa um problema moral, cujas implicações são, basicamente, duas: a solidariedade para com os pobres e o direito das futuras gerações. De fato, os maiores prejudicados com a deterioração ambiental são, e o serão ainda mais no futuro, os pobres do mundo, os mais fracos e desprotegidos da família humana. E não é moralmente honesto viver e agir apenas pensando em si, sem levar em conta o bem dos membros mais frágeis da família. Por outro lado, esta é uma questão de respeito e de justiça para com as gerações futuras, que habitarão este Planeta depois de nós. Em que estado deixaremos este condomínio para nossos pósteros? A questão ecológica demanda com urgência uma nova consciência solidária. O zelo pelo Planeta é um desafio moral, que a humanidade precisa enfrentar com políticas adequadas de convivência e de interação responsável com a natureza.
Recentemente, na encíclica Caritas in Veritate (32), o papa Bento XVI apontou para a necessidade de uma revisão profunda e clarividente do modelo de desenvolvimento e do sentido da economia e seus objetivos, para corrigir disfunções e deturpações, que têm implicação direta na deterioração do ambiente da vida na Terra. Por outro lado, não menos necessária é uma renovação cultural, para redescobrir os valores que constituem o alicerce firme sobre o qual se pode construir o futuro melhor para todos.
Para os cristãos e para os crentes em Deus, de modo geral, há um motivo a mais para tratar a natureza com profundo respeito e responsabilidade: ela é dádiva do Criador para todas as suas criaturas, não, certamente, para que a depredem e destruam, mas para que dela vivam e louvem a Deus. De modo especial, o ser humano foi feito “zelador do jardim” e colaborador inteligente e responsável no cuidado pela obra de Deus. Tratar mal a dádiva é desprezar e ofender o doador; e a vontade de potência absoluta do homem sobre a natureza é irresponsável, pois introduz a desordem no mundo; as consequências só podem ser desastrosas, como aquelas que já constatamos e lamentamos.
A Campanha da Fraternidade deste ano é um convite à reflexão e à ação para manter acolhedora e vivível para todos nossa preciosa casa no universo. Também para aqueles que a ocuparão depois de nós. É questão moral; questão de fraternidade.
Artigo publicado em O ESTADO DE SÃO PAULO, Ed. de 12.02.2011
Arcebispo de São Paulo - SP
Sempre mais nos damos conta de quanto o nosso planeta é precioso e único no universo. Sem excluir que possa haver vida em algum outro lugar na imensidão do cosmo, o certo é que, com todo o seu potencial para esquadrinhar o espaço sideral, os estudiosos ainda não conseguiram detectar nada que se pareça com a vida no nosso Planeta Azul; nem mesmo com suas formas mais elementares.
A Terra é a casa da vida, o espaço privilegiado que abriga uma diversidade enorme de seres vivos. Ela é o condomínio da família humana, com suas raças, povos e culturas diferentes; lentamente, e com certa relutância, vamos aprendendo que ninguém é dono absoluto de pedaço algum desse globo e que todos fazem parte de uma imensa comunidade humana, que tem tanto em comum.
Todos são responsáveis por todos nesta comunidade e o bem de cada um só será completo, se também for o bem de todos os demais; da mesma forma, o mal de um, é o mal de todos. Comum deve ser também o zelo para que este condomínio não seja descuidado e tornado inabitável com o passar do tempo. Está em jogo o bem de todos.
Embora a questão ambiental entre, aos poucos, nas preocupações diárias, ainda estamos longe de ter alcançado uma consciência coletiva que seja capaz de frear os estragos causados pela intervenção humana na natureza; no âmbito dos comportamentos individuais, há muito que fazer para que o zelo pelo ambiente se torne habitual e cultural; no campo das decisões políticas, em todos os níveis, está difícil chegar a consensos que levem plenamente a sério a questão ambiental; de fato, procura-se salvar, geralmente, mais os interesses imediatos e particulares do que a sustentabilidade, a médio e longo prazo, desta casa comum que nos abriga.
A Igreja católica, no Brasil, através da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), já pela 3ª. vez, realiza a Campanha da Fraternidade sobre a ecologia. Neste ano, o assunto é abordado de maneira ampla, com o tema “fraternidade e vida no Planeta”. Chama-se a atenção para o fenômeno de aquecimento global, as causas que o provocam e as consequências que poderá trazer, ou já vai tendo; mostra-se, sobretudo, que o comprometimento das condições ambientais para o futuro da vida na Terra não tem, geralmente, sua causa em fenômenos espontâneos da dinâmica do universo, mas em ações do homem, que interferem no equilíbrio ecológico. Tais intervenções foram aceleradas, sobretudo, pelo sistema industrial e os modelos econômicos adotados a partir dos últimos 3 séculos. A comunidade humana está cuidando mal da natureza, dela exigindo mais que ela pode dar, destruindo a própria casa, pouco a pouco.
Vamos deixar correr, fazendo de conta que o problema não existe, ou que é só dos outros? Manter o mesmo ritmo de consumo e de interferência na natureza, sem nos importar com as consequências? Num condomínio, quando aparecem problemas e riscos, é normal que todos os condôminos se reúnam e decidam sobre o quê fazer, pois o bem de todos está relacionado intimamente com o bem do próprio condomínio. Não deveria ser diferente com nosso Planeta: descuidar da Terra faz mal a todos; cuidar bem da Terra é bom para todos.
O papa João Paulo II advertiu que a questão ecológica representa um problema moral, cujas implicações são, basicamente, duas: a solidariedade para com os pobres e o direito das futuras gerações. De fato, os maiores prejudicados com a deterioração ambiental são, e o serão ainda mais no futuro, os pobres do mundo, os mais fracos e desprotegidos da família humana. E não é moralmente honesto viver e agir apenas pensando em si, sem levar em conta o bem dos membros mais frágeis da família. Por outro lado, esta é uma questão de respeito e de justiça para com as gerações futuras, que habitarão este Planeta depois de nós. Em que estado deixaremos este condomínio para nossos pósteros? A questão ecológica demanda com urgência uma nova consciência solidária. O zelo pelo Planeta é um desafio moral, que a humanidade precisa enfrentar com políticas adequadas de convivência e de interação responsável com a natureza.
Recentemente, na encíclica Caritas in Veritate (32), o papa Bento XVI apontou para a necessidade de uma revisão profunda e clarividente do modelo de desenvolvimento e do sentido da economia e seus objetivos, para corrigir disfunções e deturpações, que têm implicação direta na deterioração do ambiente da vida na Terra. Por outro lado, não menos necessária é uma renovação cultural, para redescobrir os valores que constituem o alicerce firme sobre o qual se pode construir o futuro melhor para todos.
Para os cristãos e para os crentes em Deus, de modo geral, há um motivo a mais para tratar a natureza com profundo respeito e responsabilidade: ela é dádiva do Criador para todas as suas criaturas, não, certamente, para que a depredem e destruam, mas para que dela vivam e louvem a Deus. De modo especial, o ser humano foi feito “zelador do jardim” e colaborador inteligente e responsável no cuidado pela obra de Deus. Tratar mal a dádiva é desprezar e ofender o doador; e a vontade de potência absoluta do homem sobre a natureza é irresponsável, pois introduz a desordem no mundo; as consequências só podem ser desastrosas, como aquelas que já constatamos e lamentamos.
A Campanha da Fraternidade deste ano é um convite à reflexão e à ação para manter acolhedora e vivível para todos nossa preciosa casa no universo. Também para aqueles que a ocuparão depois de nós. É questão moral; questão de fraternidade.
Artigo publicado em O ESTADO DE SÃO PAULO, Ed. de 12.02.2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Dinâmicas para catequese
55. Maçã
Material: papel e caneta para cada um
Descrição: Primeiro se lê o texto base do evangelho: a cura do paralítico que é levado pelos seus amigos. (Lc 5,17-26: Mc 2,1-12; Mt 9,1-8). Assim coordenador distribui a folha e caneta para todos, e pede para que cada um desenhe uma maçã em sua folha. E na ponta de cada braço cada um deve escrever o nome de um amigo que nos levaria a Jesus. Depois pede-se para desenhar outra maçã e no meio dela colocar o nome de quatro amigos que levaríamos para Jesus.
Plenário:
Assumimos nossa condição de amigo de levar nossos amigos até Jesus?
Existem quatro amigos verdadeiros que se tenham comprometido a suportar-me sempre?
Conto incondicionalmente com quatro pessoas para as quais eu sou mais importante de que qualquer coisa?
Tenho quatro pessoas que me levantam, se caio, e corrigem, se erro, que me animam quando desanimo?
Tenho quatro confidentes, aos quais posso compartilhar minhas lutas, êxitos, fracassos e tentações?
Existem quatro pessoas com quem eu não divido um trabalho e sim uma vida?
Posso contar com quatro amigos verdadeiros, que não me abandonariam nos momentos difíceis, pois não me amam pelo que faço, mas, pelo que sou?
Sou incondicional de quatro pessoas?
Há quatro pessoas que podem tocar na porta da minha casa a qualquer hora?
Há quatro pessoas que, em dificuldades econômicas, recorreriam a mim?
Há quatro pessoas que sabem serem mais importantes para mim, que meu trabalho, descanso ou planos?
No trecho do evangelho observamos algumas coisas como?
Lugar onde uns necessitam ajuda e outros prestam o serviço necessário.
O ambiente de amor, onde os amigos carregam o mais necessitado que não pode caminhar por si mesmo.
Os amigos se comprometem a ir juntos a Jesus, conduzindo o enfermo para que seja curado por ele.
Deixar-se servir pelos irmãos.
Uma vez curado, carregar o peso da responsabilidade.
56. Nome perdido
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Um crachá para cada pessoa do grupo e um saco ou caixa de papelão para colocar todos os crachás.
Descrição: O coordenador devera recolher todos os crachás colocar no saco ou na caixa; misturar bem todos estes crachás, depõe dê um crachá para cada pessoa. Esta deverá encontrar o verdadeiro dono do crachá, em 1 minuto.
Ao final desse tempo, quem estiver ainda sem crachá ou com o crachá errado, azar! Porque terá que pagar uma prenda.
57. Observação / ação
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 30 minutos
Material: papel e caneta
Descrição: o coordenador divide o grupo em um grupo de ação e outro de observação.
O grupo de ação permanece sentado em um círculo interno e o de observação em um círculo externo.
O grupo de ação simula um grupo de jovens que pode debater qualquer tema, enquanto o grupo de observação analisa o outro grupo anotando fatos como quem participa, quem não participa, se existe alguém que monopoliza, se alguém se demonstra tímido e não consegue se expressar
após o tempo que se achar necessário volta-se o grupo normal e se discute o que foi observado e vivido.
Exemplo: exemplos de coordenação
Forma-se um grupo para demonstrar o primeiro tipo de coordenador, o ditador, utilizando sempre o mesmo tema, este deve sempre mandar no grupo, assumindo ou não responsabilidades dentro do grupo. Após o ditador, forma-se outro grupo para exemplificar o coordenador paternalista que assume todas as responsabilidades que o grupo pode ter, após forma-se outro grupo demonstrando o coordenador que não assume a responsabilidade do grupo, sempre concordando com tudo que é proposto sem colocar em prática na maioria das vezes. E por último entra o coordenador democrático que seria um coordenador perfeito que sabe ouvir as pessoas e "força" o trabalho em grupo.
58. Palavra iluminada
Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: Indefinido
Material: Uma vela e trechos selecionados da Bíblia que tratem do assunto a ser debatido.
Observação: Para grupos cujos integrantes já se conhecem, a parte relativa à apresentação pode ser eliminada da dinâmica.
Descrição: A iluminação do ambiente deve ser serena de modo a predominar a luz da vela, que simboliza Cristo iluminando os nossos gestos e palavras. Os participantes devem estar sentados em círculo de modo que todos possam ver a todos. O coordenador deve ler o trecho bíblico inicial e comentá-lo, sendo que a pessoa a sua esquerda deve segurar a vela. Após o comentário do trecho, a pessoa que estava segurando a vela passa a mesma para o vizinho da esquerda e se apresenta ao grupo. Em seguida esta pessoa realiza a leitura de outro trecho da bíblia indicado pelo coordenador e faz seus comentários sobre o trecho. Este processo se realiza sucessivamente até que o coordenador venha a segurar a vela e se apresentar ao grupo. Então, o coordenador lê uma última passagem bíblica que resuma todo o conteúdo abordado nas passagens anteriores. Após a leitura desta passagem, os integrantes do grupo devem buscar a opinião do grupo como um todo, baseado nos depoimentos individuais, sobre o tema abordado. Quando o consenso é alcançado apaga-se à vela. Por último pode-se comentar a importância da Luz (Cristo) em todos os atos de nossas vidas.
Material: papel e caneta para cada um
Descrição: Primeiro se lê o texto base do evangelho: a cura do paralítico que é levado pelos seus amigos. (Lc 5,17-26: Mc 2,1-12; Mt 9,1-8). Assim coordenador distribui a folha e caneta para todos, e pede para que cada um desenhe uma maçã em sua folha. E na ponta de cada braço cada um deve escrever o nome de um amigo que nos levaria a Jesus. Depois pede-se para desenhar outra maçã e no meio dela colocar o nome de quatro amigos que levaríamos para Jesus.
Plenário:
Assumimos nossa condição de amigo de levar nossos amigos até Jesus?
Existem quatro amigos verdadeiros que se tenham comprometido a suportar-me sempre?
Conto incondicionalmente com quatro pessoas para as quais eu sou mais importante de que qualquer coisa?
Tenho quatro pessoas que me levantam, se caio, e corrigem, se erro, que me animam quando desanimo?
Tenho quatro confidentes, aos quais posso compartilhar minhas lutas, êxitos, fracassos e tentações?
Existem quatro pessoas com quem eu não divido um trabalho e sim uma vida?
Posso contar com quatro amigos verdadeiros, que não me abandonariam nos momentos difíceis, pois não me amam pelo que faço, mas, pelo que sou?
Sou incondicional de quatro pessoas?
Há quatro pessoas que podem tocar na porta da minha casa a qualquer hora?
Há quatro pessoas que, em dificuldades econômicas, recorreriam a mim?
Há quatro pessoas que sabem serem mais importantes para mim, que meu trabalho, descanso ou planos?
No trecho do evangelho observamos algumas coisas como?
Lugar onde uns necessitam ajuda e outros prestam o serviço necessário.
O ambiente de amor, onde os amigos carregam o mais necessitado que não pode caminhar por si mesmo.
Os amigos se comprometem a ir juntos a Jesus, conduzindo o enfermo para que seja curado por ele.
Deixar-se servir pelos irmãos.
Uma vez curado, carregar o peso da responsabilidade.
56. Nome perdido
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Um crachá para cada pessoa do grupo e um saco ou caixa de papelão para colocar todos os crachás.
Descrição: O coordenador devera recolher todos os crachás colocar no saco ou na caixa; misturar bem todos estes crachás, depõe dê um crachá para cada pessoa. Esta deverá encontrar o verdadeiro dono do crachá, em 1 minuto.
Ao final desse tempo, quem estiver ainda sem crachá ou com o crachá errado, azar! Porque terá que pagar uma prenda.
57. Observação / ação
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 30 minutos
Material: papel e caneta
Descrição: o coordenador divide o grupo em um grupo de ação e outro de observação.
O grupo de ação permanece sentado em um círculo interno e o de observação em um círculo externo.
O grupo de ação simula um grupo de jovens que pode debater qualquer tema, enquanto o grupo de observação analisa o outro grupo anotando fatos como quem participa, quem não participa, se existe alguém que monopoliza, se alguém se demonstra tímido e não consegue se expressar
após o tempo que se achar necessário volta-se o grupo normal e se discute o que foi observado e vivido.
Exemplo: exemplos de coordenação
Forma-se um grupo para demonstrar o primeiro tipo de coordenador, o ditador, utilizando sempre o mesmo tema, este deve sempre mandar no grupo, assumindo ou não responsabilidades dentro do grupo. Após o ditador, forma-se outro grupo para exemplificar o coordenador paternalista que assume todas as responsabilidades que o grupo pode ter, após forma-se outro grupo demonstrando o coordenador que não assume a responsabilidade do grupo, sempre concordando com tudo que é proposto sem colocar em prática na maioria das vezes. E por último entra o coordenador democrático que seria um coordenador perfeito que sabe ouvir as pessoas e "força" o trabalho em grupo.
58. Palavra iluminada
Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: Indefinido
Material: Uma vela e trechos selecionados da Bíblia que tratem do assunto a ser debatido.
Observação: Para grupos cujos integrantes já se conhecem, a parte relativa à apresentação pode ser eliminada da dinâmica.
Descrição: A iluminação do ambiente deve ser serena de modo a predominar a luz da vela, que simboliza Cristo iluminando os nossos gestos e palavras. Os participantes devem estar sentados em círculo de modo que todos possam ver a todos. O coordenador deve ler o trecho bíblico inicial e comentá-lo, sendo que a pessoa a sua esquerda deve segurar a vela. Após o comentário do trecho, a pessoa que estava segurando a vela passa a mesma para o vizinho da esquerda e se apresenta ao grupo. Em seguida esta pessoa realiza a leitura de outro trecho da bíblia indicado pelo coordenador e faz seus comentários sobre o trecho. Este processo se realiza sucessivamente até que o coordenador venha a segurar a vela e se apresentar ao grupo. Então, o coordenador lê uma última passagem bíblica que resuma todo o conteúdo abordado nas passagens anteriores. Após a leitura desta passagem, os integrantes do grupo devem buscar a opinião do grupo como um todo, baseado nos depoimentos individuais, sobre o tema abordado. Quando o consenso é alcançado apaga-se à vela. Por último pode-se comentar a importância da Luz (Cristo) em todos os atos de nossas vidas.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
SEMANA SANTA
Não percam na quinta-feira, missa do lava-pés, com encenação do "grupo via sacra nas ruas" da paróquia Santa Rita de Cássia, e na sexta-feira "via sacra nas ruas" com encenação pelas ruas das quadras 4 e 3 da vila buritis.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Artigo enviado pelo Pe. Valmir
Ressureição de Lázaro: o 7º sinal é na “casa dos pobres”
O artigo aqui apresentado encontra-se no livro Raio-X da Vida de Carlos Mesters, Francisco Orofino e Mercedes Lopes. .
A pequena comunidade de Betânia, onde Jesus gostava de hospedar-se, reflete a situação e o estilo de vida das conunidades do Discípulo Amado. Betânia quer dizer “casa dos pobres”. Marta quer dizer “senhora” (coordenadora): uma mulher coordenava a comunidade. Lázaro significa “Deus ajuda”: a comunidade pobre esperava tudo de Deus. Maria significa “amada de Javé”: era a discípula amada, imagem da comunidade. O episódio de Lázaro comunica esta certeza: Jesus traz vida para a comunidade dos pobres. Jesus é fonte de vida para todos os que nele acreditam.
Comentando o texto
1 . João 11,1-16: Uma chave para entender o sétimo sinal da ressurreição de Lázaro
Lázaro estava doente. As irmãs Marta e Maria mandam chamar Jesus “Aquele a quem amas está doente!” (Jo 11,3.5). Jesus atende ao pedido e explica: “Essa doença não é mortal, mas é para a glória de Deus, para que por ela seja glorificado o Filho de Deus!” (Jo 11,4). No Evangelho de João, a glorificação de Jesus acontece através da sua morte (Jo 12,23; 17, 1). Uma das causas da sua condenação à morte vai ser a ressurreição de Lázaro (Jo 11,50; 12,10). Assim, o sétimo sinal vai ser para manifestar a glória de Deus (Jo 11,4). Os discípulos não entendem (Jo 11 ,6-8). Jesus fala da morte de Lázaro e eles entendem que esteja falando do sono (Jo 11 , 11,15). Ainda não perceberam a identidade de Jesus como vida e luz (Jo 11 ,9- 10). Porém, mesmo sem entenderem, eles estão dispostos a ir morrer com ele (Jo 11,16). A doutrina deles é deficiente, mas a fé é correta.
2. João 11,17-19: Jesus chega em Betânia
Lázaro está morto mesmo. Depois de quatro dias, a morte é absolutamente certa, o corpo entra em decomposição e já cheira mal (Jo 11 ,39). Muitos judeus estão na casa de Marta e Maria para consolá-las da perda do irmão. Os representantes da Antiga Aliança não trazem vida nova. Só consolam. Jesus é que vai trazer vida nova! Os judeus são os adversários que querem matar Jesus (Jo 10,31). As duas mulheres criaram um espaço novo de contato entre Jesus e seus adversários. Assim, de um lado, a ameaça de morte contra Jesus! De outro lado, Jesus chegando para vencer a morte! E neste contexto de conflito entre vida e morte que vai ser realizado o sétimo sinal.
3. João 11,20-24 Encontro de Marta com Jesus - promessa de vida e de ressurreição
No encontro com Jesus, Marta diz que crê na ressurreição. Ela está dentro da cultura e da religião do povo do seu tempo. Os fariseus e a maioria do povo já acreditavam na ressurreição (At 23,6-10; Mc 12,18). Acreditavam, mas não a revelavam. Era fé na ressurreição no final dos tempos e não na ressurreição presente na história, aqui e agora. Não renovava a vida. Faltava dar um salto. A vida nova da ressurreição só vai aparecer com Jesus.
4. João 11,25-27: A revelação de Jesus provoca a profissão de fé
Jesus desafia Marta a dar este salto. Não basta crer na ressurrição que vai acontecer no final dos tempos, mas tem que crer que a ressurreição já está presente hoje na pessoa de Jesus e naqueles que acreditam em Jesus. Sobre eles a morte não tem mais nenhum poder, porque Jesus é a “ressurreição e a vida”. Então, Marta, mesmo sem ver o sinal concreto da ressurreição de Lázaro, confessa a sua fé: “Eu creio que tu és o Cristo, o filho de Deus que vem ao mundo”.
5. João 11,28-31: O encontro de Maria com Jesus
Depois da profissão de fé, Marta vai chamar Maria, sua irmã. E o mesmo processo que já encontramos na chamada dos primeiros discípulos: encontrar; experimentar, partilhar, testemunhar, conduzir até Jesus! Maria vai ao encontro de Jesus, que continuava no mesmo lugar onde Marta o tinha encontrado. Tal como a sabedoria, que se manifesta nas ruas e nas encruzilhadas (Pr 1 ,20-2 1), assïm Jesus é encontrado no caminho fora do povoado. Hoje, tanta gente busca saídas para os problemas da sua vida nas ruas e nas encruzilhadas! João diz que osj udeus acompanhavam Maria. Pensavam que ela fosse ao sepulcro do irmão. Eles só entendiam de morte, e não de vida!
6. João 11,32-37: A resposta de Jesus
Maria repete a mesma frase de Marta: “Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido” (Jo 11,21). Ela chora, todos choram. Jesus se comove. Quando os pobres choram, Jesus se emociona e chora. Diante do choro de Jesus, os outros concluem: “Vede como ele o amava!” Esta é a característica das comunidades do Discípulo Amado: o amor mútuo entre Jesus e os membros da comunidade Alguns ainda não acreditam e levantam dúvidas: “Esse que curou o cego, por que não impediu a morte de Lázaro?”
7. João 11,38-40: Retirem a pedra!
Pela terceira vez, Jesus se comove (Jo 11,33.35.38) E assim que João acentua a humanidade de Jesus contra aqueles que, no fim do século 1, espiritualizavam a fé e negavam a humanidade de Jesus. Jesus manda tirar a pedra. Marta reage: “Senhor, já cheira mal! E o quarto dia!” Novamente, Jesus a desafia apelando para a fé na ressurreição, aqui e agora, como um sinal da glória de Deus: “Não te disse que, se creres, verás a glória de Deus?”
8. João 11,41-44: A ressurreição de Lázaro
Retiraram a pedra. Diante do sepulcro aberto e diante da incredulidade das pessoas, Jesus se dirige ao Pai. Na sua prece, primeiro, faz ação de graças: “Pai, dou-te graças, porque me ouviste. Eu sabia que tu sempre me ouves!” O Pai de Jesus é o mesmo Deus que sempre escuta o grito do pobre (Ex 2,24: 3,7). Jesus conhece o Pai e confia nele. Mas agora ele pede um sinal por causa da multidão que o rodeia. para que possa acreditar que ele, Jesus, é o enviado do Pai. Em seguida, grita em alta voz: “Lázaro, vem para fora!” E Lázaro vem para fora. É o triunfo da vida sobre a morte, da fé sobre a incredulidade! Um agricultor do interior de Minas comentou: “A nós cabe retirar a pedra! E aí Deus ressuscita a comunidade Tem gente que não quer tirar a pedra, e por isso a comunidade deles não tem vida!”
9. João 11,45-54: O resultado do sétimo sinal no meio do povo
O capítulo 11 descreveu o último sinal, o mais importante dos sete: a ressurreição de Lázaro (Jo 11 ,1-44). E o ponto alto da revelação que Jesus vinha fazendo. Terminada a revelação, vem a descrição do resultado: muita gente começa a crer em Jesus (Jo 11,45). Outros ficam em cima do muro e fazem a denúncia (Jo 11,46). Os líderes, preocupados com o crescimento da liderança de Jesus e. não querendo perder a sua própria posição, decidem matar Jesus (Jo 11,47-53). O resultado final é que Jesus tem que viver na clandestinidade (Jo 11,54). Da mesma maneira, na época em que foi escrito o evangelho, a comunidade que trazia a vida para os outros se via obrigada a viver na clandestinidade.
A confissão de Marta e o significado da ressurreição
Se lemos todo o capítulo 1 1 , vamos encontrar no centro dele a revelação de Jesus como ressurreição e vida, provocando como resposta a profissão de fé, proclamada publicamente por Marta (Jo 11,25-27). Em Jo 11,4, Jesus afirma que a doença de Lázaro não é para a morte, mas para afirmar seu poder sobre a morte. Jesus é a vida e nele está a vida (Jo 1 ,4). Este é um aspecto muito importante da identidade de Jesus para as comunidades do Discípulo Amado. A força de vida que há nele manifesta que ele é verdadeiramente o Messias e Filho de Deus, capaz de trazer um morto de volta à vida. Marta acolhe esta revelação mesmo antes de ver o sinal que revela o poder de Jesus sobre a morte, manifestado na ressurreição de Lázaro. Assim Marta recebe a bem-aventurança: “Felizes os que não viram e creram “ (Jo 20,28) e torna-se um modelo para as pessoas que desejam seguir Jesus.
A vitória de Jesus sobre a morte mudou a seqüência dos tempos históricos. O que era próprio do tempo final entrou para o tempo presente. Por isso, o Jesus apresentado pelo Evangelho de João pode afirmar: “Quem vive e crê em mim jamais morrerá!” (Jo 11,26). Como é que Jesus pode afirmar que viveremos para sempre? Na Primeira Carta de João, este mistério é esclarecido: “Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos” (iJo 3, 14). O amor é a força mais poderosa que existe. Ele transforma as pessoas e os acontecimentos. O amor faz o futuro virar presente e a ressurreição acontecer hoje. É interessante a comparação de Mt 16,16-17 com Jo 11,27. Em Mateus, a profissão de fé está na boca de Pedro, que por esse motivo foi reconhecido nas comunidades apostólicas como autoridade.
Em João a confissão de fé está na boca de Marta. É uma tríplice confissão: “Senho, eu creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus que vem ao mundo” (Jo 1 1,27). M~u~ta confessa que Jesus é Senhor, Messias e Filho de Deus. Isto indica que nas comunidades do Discípulo Amado é Marta quem desempenha um papel semelhante ao de Pedro nas comunidades apostólicas. Sua confissão de fé está repetida em Jo 20,3 1, indicando o objetivo do evangelho: “foi escrito para que acreditem que Jesus éo Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenham a vida em seu nome “.
O artigo aqui apresentado encontra-se no livro Raio-X da Vida de Carlos Mesters, Francisco Orofino e Mercedes Lopes. .
A pequena comunidade de Betânia, onde Jesus gostava de hospedar-se, reflete a situação e o estilo de vida das conunidades do Discípulo Amado. Betânia quer dizer “casa dos pobres”. Marta quer dizer “senhora” (coordenadora): uma mulher coordenava a comunidade. Lázaro significa “Deus ajuda”: a comunidade pobre esperava tudo de Deus. Maria significa “amada de Javé”: era a discípula amada, imagem da comunidade. O episódio de Lázaro comunica esta certeza: Jesus traz vida para a comunidade dos pobres. Jesus é fonte de vida para todos os que nele acreditam.
Comentando o texto
1 . João 11,1-16: Uma chave para entender o sétimo sinal da ressurreição de Lázaro
Lázaro estava doente. As irmãs Marta e Maria mandam chamar Jesus “Aquele a quem amas está doente!” (Jo 11,3.5). Jesus atende ao pedido e explica: “Essa doença não é mortal, mas é para a glória de Deus, para que por ela seja glorificado o Filho de Deus!” (Jo 11,4). No Evangelho de João, a glorificação de Jesus acontece através da sua morte (Jo 12,23; 17, 1). Uma das causas da sua condenação à morte vai ser a ressurreição de Lázaro (Jo 11,50; 12,10). Assim, o sétimo sinal vai ser para manifestar a glória de Deus (Jo 11,4). Os discípulos não entendem (Jo 11 ,6-8). Jesus fala da morte de Lázaro e eles entendem que esteja falando do sono (Jo 11 , 11,15). Ainda não perceberam a identidade de Jesus como vida e luz (Jo 11 ,9- 10). Porém, mesmo sem entenderem, eles estão dispostos a ir morrer com ele (Jo 11,16). A doutrina deles é deficiente, mas a fé é correta.
2. João 11,17-19: Jesus chega em Betânia
Lázaro está morto mesmo. Depois de quatro dias, a morte é absolutamente certa, o corpo entra em decomposição e já cheira mal (Jo 11 ,39). Muitos judeus estão na casa de Marta e Maria para consolá-las da perda do irmão. Os representantes da Antiga Aliança não trazem vida nova. Só consolam. Jesus é que vai trazer vida nova! Os judeus são os adversários que querem matar Jesus (Jo 10,31). As duas mulheres criaram um espaço novo de contato entre Jesus e seus adversários. Assim, de um lado, a ameaça de morte contra Jesus! De outro lado, Jesus chegando para vencer a morte! E neste contexto de conflito entre vida e morte que vai ser realizado o sétimo sinal.
3. João 11,20-24 Encontro de Marta com Jesus - promessa de vida e de ressurreição
No encontro com Jesus, Marta diz que crê na ressurreição. Ela está dentro da cultura e da religião do povo do seu tempo. Os fariseus e a maioria do povo já acreditavam na ressurreição (At 23,6-10; Mc 12,18). Acreditavam, mas não a revelavam. Era fé na ressurreição no final dos tempos e não na ressurreição presente na história, aqui e agora. Não renovava a vida. Faltava dar um salto. A vida nova da ressurreição só vai aparecer com Jesus.
4. João 11,25-27: A revelação de Jesus provoca a profissão de fé
Jesus desafia Marta a dar este salto. Não basta crer na ressurrição que vai acontecer no final dos tempos, mas tem que crer que a ressurreição já está presente hoje na pessoa de Jesus e naqueles que acreditam em Jesus. Sobre eles a morte não tem mais nenhum poder, porque Jesus é a “ressurreição e a vida”. Então, Marta, mesmo sem ver o sinal concreto da ressurreição de Lázaro, confessa a sua fé: “Eu creio que tu és o Cristo, o filho de Deus que vem ao mundo”.
5. João 11,28-31: O encontro de Maria com Jesus
Depois da profissão de fé, Marta vai chamar Maria, sua irmã. E o mesmo processo que já encontramos na chamada dos primeiros discípulos: encontrar; experimentar, partilhar, testemunhar, conduzir até Jesus! Maria vai ao encontro de Jesus, que continuava no mesmo lugar onde Marta o tinha encontrado. Tal como a sabedoria, que se manifesta nas ruas e nas encruzilhadas (Pr 1 ,20-2 1), assïm Jesus é encontrado no caminho fora do povoado. Hoje, tanta gente busca saídas para os problemas da sua vida nas ruas e nas encruzilhadas! João diz que osj udeus acompanhavam Maria. Pensavam que ela fosse ao sepulcro do irmão. Eles só entendiam de morte, e não de vida!
6. João 11,32-37: A resposta de Jesus
Maria repete a mesma frase de Marta: “Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido” (Jo 11,21). Ela chora, todos choram. Jesus se comove. Quando os pobres choram, Jesus se emociona e chora. Diante do choro de Jesus, os outros concluem: “Vede como ele o amava!” Esta é a característica das comunidades do Discípulo Amado: o amor mútuo entre Jesus e os membros da comunidade Alguns ainda não acreditam e levantam dúvidas: “Esse que curou o cego, por que não impediu a morte de Lázaro?”
7. João 11,38-40: Retirem a pedra!
Pela terceira vez, Jesus se comove (Jo 11,33.35.38) E assim que João acentua a humanidade de Jesus contra aqueles que, no fim do século 1, espiritualizavam a fé e negavam a humanidade de Jesus. Jesus manda tirar a pedra. Marta reage: “Senhor, já cheira mal! E o quarto dia!” Novamente, Jesus a desafia apelando para a fé na ressurreição, aqui e agora, como um sinal da glória de Deus: “Não te disse que, se creres, verás a glória de Deus?”
8. João 11,41-44: A ressurreição de Lázaro
Retiraram a pedra. Diante do sepulcro aberto e diante da incredulidade das pessoas, Jesus se dirige ao Pai. Na sua prece, primeiro, faz ação de graças: “Pai, dou-te graças, porque me ouviste. Eu sabia que tu sempre me ouves!” O Pai de Jesus é o mesmo Deus que sempre escuta o grito do pobre (Ex 2,24: 3,7). Jesus conhece o Pai e confia nele. Mas agora ele pede um sinal por causa da multidão que o rodeia. para que possa acreditar que ele, Jesus, é o enviado do Pai. Em seguida, grita em alta voz: “Lázaro, vem para fora!” E Lázaro vem para fora. É o triunfo da vida sobre a morte, da fé sobre a incredulidade! Um agricultor do interior de Minas comentou: “A nós cabe retirar a pedra! E aí Deus ressuscita a comunidade Tem gente que não quer tirar a pedra, e por isso a comunidade deles não tem vida!”
9. João 11,45-54: O resultado do sétimo sinal no meio do povo
O capítulo 11 descreveu o último sinal, o mais importante dos sete: a ressurreição de Lázaro (Jo 11 ,1-44). E o ponto alto da revelação que Jesus vinha fazendo. Terminada a revelação, vem a descrição do resultado: muita gente começa a crer em Jesus (Jo 11,45). Outros ficam em cima do muro e fazem a denúncia (Jo 11,46). Os líderes, preocupados com o crescimento da liderança de Jesus e. não querendo perder a sua própria posição, decidem matar Jesus (Jo 11,47-53). O resultado final é que Jesus tem que viver na clandestinidade (Jo 11,54). Da mesma maneira, na época em que foi escrito o evangelho, a comunidade que trazia a vida para os outros se via obrigada a viver na clandestinidade.
A confissão de Marta e o significado da ressurreição
Se lemos todo o capítulo 1 1 , vamos encontrar no centro dele a revelação de Jesus como ressurreição e vida, provocando como resposta a profissão de fé, proclamada publicamente por Marta (Jo 11,25-27). Em Jo 11,4, Jesus afirma que a doença de Lázaro não é para a morte, mas para afirmar seu poder sobre a morte. Jesus é a vida e nele está a vida (Jo 1 ,4). Este é um aspecto muito importante da identidade de Jesus para as comunidades do Discípulo Amado. A força de vida que há nele manifesta que ele é verdadeiramente o Messias e Filho de Deus, capaz de trazer um morto de volta à vida. Marta acolhe esta revelação mesmo antes de ver o sinal que revela o poder de Jesus sobre a morte, manifestado na ressurreição de Lázaro. Assim Marta recebe a bem-aventurança: “Felizes os que não viram e creram “ (Jo 20,28) e torna-se um modelo para as pessoas que desejam seguir Jesus.
A vitória de Jesus sobre a morte mudou a seqüência dos tempos históricos. O que era próprio do tempo final entrou para o tempo presente. Por isso, o Jesus apresentado pelo Evangelho de João pode afirmar: “Quem vive e crê em mim jamais morrerá!” (Jo 11,26). Como é que Jesus pode afirmar que viveremos para sempre? Na Primeira Carta de João, este mistério é esclarecido: “Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos” (iJo 3, 14). O amor é a força mais poderosa que existe. Ele transforma as pessoas e os acontecimentos. O amor faz o futuro virar presente e a ressurreição acontecer hoje. É interessante a comparação de Mt 16,16-17 com Jo 11,27. Em Mateus, a profissão de fé está na boca de Pedro, que por esse motivo foi reconhecido nas comunidades apostólicas como autoridade.
Em João a confissão de fé está na boca de Marta. É uma tríplice confissão: “Senho, eu creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus que vem ao mundo” (Jo 1 1,27). M~u~ta confessa que Jesus é Senhor, Messias e Filho de Deus. Isto indica que nas comunidades do Discípulo Amado é Marta quem desempenha um papel semelhante ao de Pedro nas comunidades apostólicas. Sua confissão de fé está repetida em Jo 20,3 1, indicando o objetivo do evangelho: “foi escrito para que acreditem que Jesus éo Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenham a vida em seu nome “.
NOTA OFICIAL DO ADMINISTRADOR APOSTÓLICO
MITRA ARQUIDIOCESANA DE BRASÍLIA
NOTA OFICIAL DO ADMINISTRADOR APOSTÓLICO
SOBRE A DEMOLIÇÃO INDEVIDA DA CAPELA SANTA BAKHITA -
CONDOMÍNIO SOL NASCENTE - CEILÂNDIA
Brasília, 12 de abril de 2011
Na última quinta feira, dia 7, no período vespertino, agentes da Agência de Fiscalização do Distrito Federais – AGEFIS, demoliram a capela de Santa Bakhita, localizada no condomínio Sol Nascente, Ceilândia Sul, usando máquina da Administração Regional de Ceilândia.
Tal ato causa estranheza e perplexidade em toda a Comunidade Católica do Distrito Federal. Manifesto repúdio a essa ação improvisa e ilegal, pois não fomos notificados expressamente como consta na lei, sobre qualquer irregularidade da referida construção, nem fomos comunicados sobre a própria execução da demolição. Segundo os trâmites legais, a Arquidiocese de Brasília deveria ter sido notificada pela Secretaria da Ordem Pública e Social – SEOPS, à qual a AGEFIS está diretamente ligada.
A atitude tomada pelo órgão competente infringe o direito ao culto e mesmo a liberdade religiosa, pois ali existia uma comunidade assistida pela Paróquia Cristo Rei. No local, há mais de três anos, havia o ensino da catequese, um trabalho pastoral de resgate e acompanhamento de jovens e de orientações às famílias, bem como Missas frequentes.
Cabe informar e deixar claro que a Igreja Católica tem posse dos documentos de doação legal da antiga proprietária. A demolição do templo construído com aajuda da população católica do local não respeitou os objetos litúrgicos, nem mesmo o altar que ali estavam.
Como Administrador desta Arquidiocese, venho repreender ato tão arbitrário. Manifesto ainda meu apoio e incentivo aos membros da Comunidade Santa Bakhita para que sejam presença da esperança e de fé onde moram. Além disto, informo que serão adotadas todas as medidas legais para assegurar os direitos da Igreja Arquidiocesana, apurar as responsabilidades por um ato tão lesivo à Comunidade Católica, exigindo a necessária reparação pelos danos causados.
Dom Waldemar Passini Dalbello
Administrador Apostólico da Arquidiocese de Brasília
NOTA OFICIAL DO ADMINISTRADOR APOSTÓLICO
SOBRE A DEMOLIÇÃO INDEVIDA DA CAPELA SANTA BAKHITA -
CONDOMÍNIO SOL NASCENTE - CEILÂNDIA
Brasília, 12 de abril de 2011
Na última quinta feira, dia 7, no período vespertino, agentes da Agência de Fiscalização do Distrito Federais – AGEFIS, demoliram a capela de Santa Bakhita, localizada no condomínio Sol Nascente, Ceilândia Sul, usando máquina da Administração Regional de Ceilândia.
Tal ato causa estranheza e perplexidade em toda a Comunidade Católica do Distrito Federal. Manifesto repúdio a essa ação improvisa e ilegal, pois não fomos notificados expressamente como consta na lei, sobre qualquer irregularidade da referida construção, nem fomos comunicados sobre a própria execução da demolição. Segundo os trâmites legais, a Arquidiocese de Brasília deveria ter sido notificada pela Secretaria da Ordem Pública e Social – SEOPS, à qual a AGEFIS está diretamente ligada.
A atitude tomada pelo órgão competente infringe o direito ao culto e mesmo a liberdade religiosa, pois ali existia uma comunidade assistida pela Paróquia Cristo Rei. No local, há mais de três anos, havia o ensino da catequese, um trabalho pastoral de resgate e acompanhamento de jovens e de orientações às famílias, bem como Missas frequentes.
Cabe informar e deixar claro que a Igreja Católica tem posse dos documentos de doação legal da antiga proprietária. A demolição do templo construído com aajuda da população católica do local não respeitou os objetos litúrgicos, nem mesmo o altar que ali estavam.
Como Administrador desta Arquidiocese, venho repreender ato tão arbitrário. Manifesto ainda meu apoio e incentivo aos membros da Comunidade Santa Bakhita para que sejam presença da esperança e de fé onde moram. Além disto, informo que serão adotadas todas as medidas legais para assegurar os direitos da Igreja Arquidiocesana, apurar as responsabilidades por um ato tão lesivo à Comunidade Católica, exigindo a necessária reparação pelos danos causados.
Dom Waldemar Passini Dalbello
Administrador Apostólico da Arquidiocese de Brasília
domingo, 10 de abril de 2011
AVISOS DA PARÓQUIA 10/04/2011
AVISOS – dia –10/04/2011
PARÓQUIA SANTA RITA DE CÁSSIA
1. Dia 12 Terça – feira não haverá missa das 20h, pois, nesse horário temos o Mutirão de Confissões na Paróquia Santa Rita de Cássia e Dia 15 Quinta – feira Mutirão de Confissão na Paróquia São Vicente de Paulo. Aí termina o mutirão de Confissões.
2. Dia 16 - Sábado às 8h Giro de Santa Rita na Comunidade de São Francisco todos os que deram o nome, por favor, esteja presente.
3. O Grupo Via Sacra da Paróquia Santa Rita de Cássia convida a todos na Sexta – feira Santa a partir das 19h a participar da Via Sacra nas ruas do Buriti. Cada um traga uma vela.
4. Também o grupo Via Sacra de Planaltina convida a comunidade a participar do Santo Louvor a realizar-se no dia 16 no Estacionamento do Múltipla Funções com momentos de: Adoração, Louvor, Missa e Show Evangelizador com a presença de Eugênio Jorge e Mensagem Brasil. Início das atividades às 11h.
5. A Renovação Carismática Católica convida você e sua família para participar do Grupo de Oração que se realiza todas as quartas-feiras. Logo após a Santa Missa.
PARÓQUIA SANTA RITA DE CÁSSIA
1. Dia 12 Terça – feira não haverá missa das 20h, pois, nesse horário temos o Mutirão de Confissões na Paróquia Santa Rita de Cássia e Dia 15 Quinta – feira Mutirão de Confissão na Paróquia São Vicente de Paulo. Aí termina o mutirão de Confissões.
2. Dia 16 - Sábado às 8h Giro de Santa Rita na Comunidade de São Francisco todos os que deram o nome, por favor, esteja presente.
3. O Grupo Via Sacra da Paróquia Santa Rita de Cássia convida a todos na Sexta – feira Santa a partir das 19h a participar da Via Sacra nas ruas do Buriti. Cada um traga uma vela.
4. Também o grupo Via Sacra de Planaltina convida a comunidade a participar do Santo Louvor a realizar-se no dia 16 no Estacionamento do Múltipla Funções com momentos de: Adoração, Louvor, Missa e Show Evangelizador com a presença de Eugênio Jorge e Mensagem Brasil. Início das atividades às 11h.
5. A Renovação Carismática Católica convida você e sua família para participar do Grupo de Oração que se realiza todas as quartas-feiras. Logo após a Santa Missa.
sábado, 9 de abril de 2011
Nota do Arcebispo do Rio de Janeiro
Nota do Arcebispo do Rio sobre o atentado na escola Tasso Fragoso da Silveira
O arcebispo da arquidiocese do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, divulgou uma nota lamentando o atentado à Escola Municipal Tasso Fragoso da Silveira, na capital fluminense. Segundo o arcebispo, o atentado “feriu não só aqueles que foram atingidos, mas também a todos os cariocas”.
O atentando ocorreu na manhã desta quinta-feira quando Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos, invadiu a escola e disparou vários tiros. Já foram confirmados 11 mortos (9 meninas e 1 menino), mais o atirador, e 17 feridos com gravidade. Segundo a polícia, Wellington era ex-aluno da escola, que fica no Realengo.
Em solidaridade ao povo do Rio de Janeiro, reproduzimos abaixo a íntegra da nota de dom Orani:
NOTA DO ARCEBISPO DO RIO SOBRE O ATENTADO NA ESCOLA TASSO FRAGOSO DA SILVEIRA
O atentado a tiros contra alunos, alunas, funcionários e outras pessoas, agora pela manhã, na Escola Municipal Tasso Fragoso da Silveira, em Realengo, zona oeste de nossa cidade, que resultou também em mortos e com a consequente morte do atirador, feriu não só aqueles que foram atingidos, mas também a todos os cariocas.
Como Pastor desta Arquidiocese, lamento profundamente o acontecido, rezo e uno-me à dor de todos que foram vitimados, pais, familiares e amigos. Peço ao Senhor Jesus, neste tempo de Quaresma, que a todos conforte e envio também uma bênção especial, pedindo a Deus que tal fato não volte a acontecer em nossa cidade.
Rio de Janeiro, 7 de abril de 2011
Dom Orani João Tempesta
Arcebispo do Rio de Janeiro
O arcebispo da arquidiocese do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, divulgou uma nota lamentando o atentado à Escola Municipal Tasso Fragoso da Silveira, na capital fluminense. Segundo o arcebispo, o atentado “feriu não só aqueles que foram atingidos, mas também a todos os cariocas”.
O atentando ocorreu na manhã desta quinta-feira quando Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos, invadiu a escola e disparou vários tiros. Já foram confirmados 11 mortos (9 meninas e 1 menino), mais o atirador, e 17 feridos com gravidade. Segundo a polícia, Wellington era ex-aluno da escola, que fica no Realengo.
Em solidaridade ao povo do Rio de Janeiro, reproduzimos abaixo a íntegra da nota de dom Orani:
NOTA DO ARCEBISPO DO RIO SOBRE O ATENTADO NA ESCOLA TASSO FRAGOSO DA SILVEIRA
O atentado a tiros contra alunos, alunas, funcionários e outras pessoas, agora pela manhã, na Escola Municipal Tasso Fragoso da Silveira, em Realengo, zona oeste de nossa cidade, que resultou também em mortos e com a consequente morte do atirador, feriu não só aqueles que foram atingidos, mas também a todos os cariocas.
Como Pastor desta Arquidiocese, lamento profundamente o acontecido, rezo e uno-me à dor de todos que foram vitimados, pais, familiares e amigos. Peço ao Senhor Jesus, neste tempo de Quaresma, que a todos conforte e envio também uma bênção especial, pedindo a Deus que tal fato não volte a acontecer em nossa cidade.
Rio de Janeiro, 7 de abril de 2011
Dom Orani João Tempesta
Arcebispo do Rio de Janeiro
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Artigo do Pe. André lima publicado no site da Arquidiocese de Brasilia
A Biodiversidade e a Sustentabilidade
Por Padre André Lima
Superintendente da Rádio Nova Aliança
Assessor de Imprensa da Arquidiocese de Brasília
Ao continuar com as reflexões da Campanha da Fraternidade deste ano, um tema que é muito discutido, hoje em dia, é o da biodiversidade. Porém, o que é isto? Biodiversidade, então, consiste na diversidade biológica em todas as suas formas: ecossistemas, espécies e genes.
É algo que vem se constituindo a mais de três bilhões de anos. Todavia, ela vem sendo ameaçada e, vale lembrar que, este processo pode ser irreversível.
E é inevitável não associar tal ameaça ao aquecimento global que caminha do lado da miséria no mundo. Segundo o texto base, cerca de um bilhão de pessoas ainda sofrem com a fome. E é contraditório, pois em um tempo de diversificação alimentar e safras recordes, nos deparamos com um crescimento agrícola que não segue uma verdadeira distribuição de alimentos para todos.
Com isto, apesar da expansão agrícola que impacta a biodiversidade, agrava também os problemas ambientais como o aquecimento global e as suas consequências climáticas.
Neste debate pela preservação da biodiversidade, um dos itens que também vem preocupando o mundo é o uso de um importante recurso natural: a água.
Em julho do ano passado, na Assembleia Geral da ONU foi aprovada uma resolução onde afirma que a água e o saneamento básico são direitos humanos essenciais. Mas será que são mesmo? Será que na prática são respeitados como um direito humano?
Em alguns países, porém, a água não vai passar de um direito no papel! Dono do maior potencial hídrico do planeta, o Brasil, por exemplo, corre o risco de chegar em 2015 com problemas de abastecimento de água em mais da metade dos municípios. Os dados apontam para 55% dos municípios brasileiros que poderão ter déficit no seu abastecimento de água. Citamos, entre eles, as grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre e o Distrito Federal.
Quem faz este diagnóstico é o Abastecimento Urbano de Água Brasil - ATLAS BRASIL que, na semana passada, divulgou seus dados pela Agência Nacional de Águas (ANA).
Apesar de o dia mundial da água ser uma iniciativa nascida em 1992, na Conferência sobre o Ambiente e o Desenvolvimento, promovida pela ONU no Rio de Janeiro, a ECO 92, muita coisa ainda precisa ser implementada.
No Jornal do Vaticano, L´Osservatore Romano, segundo o portal Agência Ecclesia, o papa Bento XVI nos diz que a água é uma riqueza a subtrair às leis do mercado. Ela é um bem essencial e indispensável que o Senhor deu ao homem para manter e desenvolver a vida, sendo considerada como “um bem a ser especialmente protegido através de claras políticas nacionais e internacionais”.
Não podemos ver mais a água como um bem econômico simplesmente. Contudo, o seu uso deve seguir uma racionalidade e uma solidariedade, sendo fruto de uma sinergia equilibrada entre o setor público e o privado.
Diante deste debate entre recursos naturais e biodiversidade, é necessário falar também de sustentabilidade. Muitas pessoas imaginam que a Igreja Católica é contra o desenvolvimento e o progresso das nações. Este modelo de progresso utilizado hoje, certamente ela é contra e é objeto de sua crítica! Por isto, o assunto sobre sustentabilidade é tão polêmico.
É importante harmonizar a economia, o meio ambiente e o bem estar social. A intenção é a possibilidade de desenvolvermos e respeitarmos os limites suportáveis da Terra.
Para isto, é preciso rever o nosso consumo (aquilo que é supérfluo e excessivo), rever os processos econômicos, a lei vigente do mercado internacional, gerando novas atitudes, e diga-se de passagem, o mais depressa possível, porque pode ser tarde demais!
O tempo em que estamos, este tempo Quaresmal, prezado leitor, é importante, pois nos chama à conversão. E esta significa mudança. Diante daquilo que você leu agora a pouco, em que você pode mudar? Será que pode assumir novos hábitos de consumo? De evitar os excessos no consumo da água? Respeitar a natureza? Criar uma consciência na família sobre sustentabilidade? No final das contas, cabe a você começar este processo!
Por Padre André Lima
Superintendente da Rádio Nova Aliança
Assessor de Imprensa da Arquidiocese de Brasília
Ao continuar com as reflexões da Campanha da Fraternidade deste ano, um tema que é muito discutido, hoje em dia, é o da biodiversidade. Porém, o que é isto? Biodiversidade, então, consiste na diversidade biológica em todas as suas formas: ecossistemas, espécies e genes.
É algo que vem se constituindo a mais de três bilhões de anos. Todavia, ela vem sendo ameaçada e, vale lembrar que, este processo pode ser irreversível.
E é inevitável não associar tal ameaça ao aquecimento global que caminha do lado da miséria no mundo. Segundo o texto base, cerca de um bilhão de pessoas ainda sofrem com a fome. E é contraditório, pois em um tempo de diversificação alimentar e safras recordes, nos deparamos com um crescimento agrícola que não segue uma verdadeira distribuição de alimentos para todos.
Com isto, apesar da expansão agrícola que impacta a biodiversidade, agrava também os problemas ambientais como o aquecimento global e as suas consequências climáticas.
Neste debate pela preservação da biodiversidade, um dos itens que também vem preocupando o mundo é o uso de um importante recurso natural: a água.
Em julho do ano passado, na Assembleia Geral da ONU foi aprovada uma resolução onde afirma que a água e o saneamento básico são direitos humanos essenciais. Mas será que são mesmo? Será que na prática são respeitados como um direito humano?
Em alguns países, porém, a água não vai passar de um direito no papel! Dono do maior potencial hídrico do planeta, o Brasil, por exemplo, corre o risco de chegar em 2015 com problemas de abastecimento de água em mais da metade dos municípios. Os dados apontam para 55% dos municípios brasileiros que poderão ter déficit no seu abastecimento de água. Citamos, entre eles, as grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre e o Distrito Federal.
Quem faz este diagnóstico é o Abastecimento Urbano de Água Brasil - ATLAS BRASIL que, na semana passada, divulgou seus dados pela Agência Nacional de Águas (ANA).
Apesar de o dia mundial da água ser uma iniciativa nascida em 1992, na Conferência sobre o Ambiente e o Desenvolvimento, promovida pela ONU no Rio de Janeiro, a ECO 92, muita coisa ainda precisa ser implementada.
No Jornal do Vaticano, L´Osservatore Romano, segundo o portal Agência Ecclesia, o papa Bento XVI nos diz que a água é uma riqueza a subtrair às leis do mercado. Ela é um bem essencial e indispensável que o Senhor deu ao homem para manter e desenvolver a vida, sendo considerada como “um bem a ser especialmente protegido através de claras políticas nacionais e internacionais”.
Não podemos ver mais a água como um bem econômico simplesmente. Contudo, o seu uso deve seguir uma racionalidade e uma solidariedade, sendo fruto de uma sinergia equilibrada entre o setor público e o privado.
Diante deste debate entre recursos naturais e biodiversidade, é necessário falar também de sustentabilidade. Muitas pessoas imaginam que a Igreja Católica é contra o desenvolvimento e o progresso das nações. Este modelo de progresso utilizado hoje, certamente ela é contra e é objeto de sua crítica! Por isto, o assunto sobre sustentabilidade é tão polêmico.
É importante harmonizar a economia, o meio ambiente e o bem estar social. A intenção é a possibilidade de desenvolvermos e respeitarmos os limites suportáveis da Terra.
Para isto, é preciso rever o nosso consumo (aquilo que é supérfluo e excessivo), rever os processos econômicos, a lei vigente do mercado internacional, gerando novas atitudes, e diga-se de passagem, o mais depressa possível, porque pode ser tarde demais!
O tempo em que estamos, este tempo Quaresmal, prezado leitor, é importante, pois nos chama à conversão. E esta significa mudança. Diante daquilo que você leu agora a pouco, em que você pode mudar? Será que pode assumir novos hábitos de consumo? De evitar os excessos no consumo da água? Respeitar a natureza? Criar uma consciência na família sobre sustentabilidade? No final das contas, cabe a você começar este processo!
terça-feira, 5 de abril de 2011
RETIRADO DO SITE DA ARQUIDIOCESE
01/04/2011
Preparativos para a chegada do novo arcebispo já estão sendo feitos
A Comissão de Acolhida para a chegada do novo arcebispo se reuniu na manhã desta sexta-feira, 01, para discutir assuntos sobre a recepção, hospedagem, missa de posse e ações concretas para receber o novo pastor de Brasília. O encontro aconteceu na Cúria Metropolitana de Brasília e teve a organização do administrador apostólico, Dom Waldemar Passini Dalbelo.
As subcomissões são: secretaria episcopal, liturgia, religiosos, acolhida festiva, clero, hospedagem, comunicação e relatório, reforma que dentre outras coisas está responsável pela melhora da sala do arcebispo. A intenção é que todo atendimento aconteça na Cúria de Brasília.
Para o pe. André Lima, coordenador da comissão de comunicação e relatório esta preparação é importante para “melhor apresentação dos trabalhos e da igreja de Brasília de maneira unificada. Além da manutenção dos trabalhos da arquidiocese”.
A escolha do novo arcebispo da cidade ainda não ocorreu. Todas as quartas-feiras ocorrem as nomeações para o Brasil. Reze você também pelo novo pastor que irá conduzir a igreja de Brasília!
Por Patrícia Quinderé
Preparativos para a chegada do novo arcebispo já estão sendo feitos
A Comissão de Acolhida para a chegada do novo arcebispo se reuniu na manhã desta sexta-feira, 01, para discutir assuntos sobre a recepção, hospedagem, missa de posse e ações concretas para receber o novo pastor de Brasília. O encontro aconteceu na Cúria Metropolitana de Brasília e teve a organização do administrador apostólico, Dom Waldemar Passini Dalbelo.
As subcomissões são: secretaria episcopal, liturgia, religiosos, acolhida festiva, clero, hospedagem, comunicação e relatório, reforma que dentre outras coisas está responsável pela melhora da sala do arcebispo. A intenção é que todo atendimento aconteça na Cúria de Brasília.
Para o pe. André Lima, coordenador da comissão de comunicação e relatório esta preparação é importante para “melhor apresentação dos trabalhos e da igreja de Brasília de maneira unificada. Além da manutenção dos trabalhos da arquidiocese”.
A escolha do novo arcebispo da cidade ainda não ocorreu. Todas as quartas-feiras ocorrem as nomeações para o Brasil. Reze você também pelo novo pastor que irá conduzir a igreja de Brasília!
Por Patrícia Quinderé
domingo, 3 de abril de 2011
EVANGELHO DE DOMINGO
Evangelho (João 9,1.6-9.13-17.34-38)
Domingo, 3 de Abril de 2011
4º Domingo da Quaresma
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1ao passar, Jesus viu um homem cego de nascença. 6E cuspiu no chão, fez lama com a saliva e colocou-a sobre os olhos do cego. 7E disse-lhe: “Vai lavar-te na piscina de Siloé” (que quer dizer: Enviado). O cego foi, lavou-se e voltou enxergando.
8Os vizinhos e os que costumavam ver o cego — pois ele era mendigo — diziam: “Não é aquele que ficava pedindo esmola?” 9Uns diziam: “Sim, é ele!” Outros afirmavam: “Não é ele, mas alguém parecido com ele”.
Ele, porém, dizia: “Sou eu mesmo!”
13Levaram então aos fariseus o homem que tinha sido cego. 14Ora, era sábado, o dia em que Jesus tinha feito lama e aberto os olhos do cego. 15Novamente, então, lhe perguntaram os fariseus como tinha recuperado a vista. Respondeu-lhes: “Colocou lama sobre meus olhos, fui lavar-me e agora vejo!”
16Disseram, então, alguns dos fariseus: “Esse homem não vem de Deus, pois não guarda o sábado”. Mas outros diziam: “Como pode um pecador fazer tais sinais?”
17E havia divergência entre eles. Perguntaram outra vez ao cego: “E tu, que dizes daquele que te abriu os olhos?” Respondeu: “É um profeta”.
34Os fariseus disseram-lhe: “Tu nasceste todo em pecado e estás nos ensinando?” E expulsaram-no da comunidade.
35Jesus soube que o tinham expulsado. Encontrando-o, perguntou-lhe: “Acreditas no Filho do Homem?” 36Respondeu ele: “Quem é, Senhor, para que eu creia nele?” 37Jesus disse: “Tu o estás vendo; é aquele que está falando contigo”. Exclamou ele: 38“Eu creio, Senhor!” E prostrou-se diante de Jesus.
Domingo, 3 de Abril de 2011
4º Domingo da Quaresma
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1ao passar, Jesus viu um homem cego de nascença. 6E cuspiu no chão, fez lama com a saliva e colocou-a sobre os olhos do cego. 7E disse-lhe: “Vai lavar-te na piscina de Siloé” (que quer dizer: Enviado). O cego foi, lavou-se e voltou enxergando.
8Os vizinhos e os que costumavam ver o cego — pois ele era mendigo — diziam: “Não é aquele que ficava pedindo esmola?” 9Uns diziam: “Sim, é ele!” Outros afirmavam: “Não é ele, mas alguém parecido com ele”.
Ele, porém, dizia: “Sou eu mesmo!”
13Levaram então aos fariseus o homem que tinha sido cego. 14Ora, era sábado, o dia em que Jesus tinha feito lama e aberto os olhos do cego. 15Novamente, então, lhe perguntaram os fariseus como tinha recuperado a vista. Respondeu-lhes: “Colocou lama sobre meus olhos, fui lavar-me e agora vejo!”
16Disseram, então, alguns dos fariseus: “Esse homem não vem de Deus, pois não guarda o sábado”. Mas outros diziam: “Como pode um pecador fazer tais sinais?”
17E havia divergência entre eles. Perguntaram outra vez ao cego: “E tu, que dizes daquele que te abriu os olhos?” Respondeu: “É um profeta”.
34Os fariseus disseram-lhe: “Tu nasceste todo em pecado e estás nos ensinando?” E expulsaram-no da comunidade.
35Jesus soube que o tinham expulsado. Encontrando-o, perguntou-lhe: “Acreditas no Filho do Homem?” 36Respondeu ele: “Quem é, Senhor, para que eu creia nele?” 37Jesus disse: “Tu o estás vendo; é aquele que está falando contigo”. Exclamou ele: 38“Eu creio, Senhor!” E prostrou-se diante de Jesus.
sábado, 2 de abril de 2011
Conclusões dos encontros de formação
Ontem à noite foi encerrado pelo Willian, os nossos estudos da CF 2011. Algumas pessoas lançaram algumas sementes dentre elas destacamos a do sr. Edson e a do Beto. A do sr. Edson consiste em plantarmos duas mil mudas de arvores em algumas regiões aqui de Planaltina, mudas estas já adquiridas junto ao horto florestal.
Já a proposta do Beto é montarmos um grupo de estudo permanente,para fazermos ações em prol da comunidade, como as culturas orgânicas e outras idéias que possam surgir dentro deste grupo de estudo.
A coordenação acha que os objetivos foram atingidos nesta primeira etapa dos nossos encontros, esperamos que em breve possamos estar aqui postando novas atitudes e ações do grupo.
Sabemos que somos apenas uma gota d'agua no oceano, mas se faltar esta gota o oceano não será o mesmo,pois sempre faltará a nossa gota.
É sabido de todos que os encontros continuarão acontecendo sempre às sextas, logo após a missa das 20 hs, na próxima sexta o tema será a FESTA DE SANTA RITA, venham e tragam sua Bíblia.
Já a proposta do Beto é montarmos um grupo de estudo permanente,para fazermos ações em prol da comunidade, como as culturas orgânicas e outras idéias que possam surgir dentro deste grupo de estudo.
A coordenação acha que os objetivos foram atingidos nesta primeira etapa dos nossos encontros, esperamos que em breve possamos estar aqui postando novas atitudes e ações do grupo.
Sabemos que somos apenas uma gota d'agua no oceano, mas se faltar esta gota o oceano não será o mesmo,pois sempre faltará a nossa gota.
É sabido de todos que os encontros continuarão acontecendo sempre às sextas, logo após a missa das 20 hs, na próxima sexta o tema será a FESTA DE SANTA RITA, venham e tragam sua Bíblia.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Não Faltem
Hoje, logo após a missa das 20 hs, mais uma etapa do curso de formação, comandado pelo Willian, venha e traga sua Bíblia!
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